terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quadros interativos e lousas digitais

Um quadro interativo é uma superfície que pode reconhecer a escrita eletronicamente e que necessita de um computador para funcionar. Alguns quadros interativos permitem também a interação com um imagem de computador projetada. São geralmente utilizados no escritório e na sala de aula.

Os quadros eletrônicos são usados para capturar apontamentos escritos em sua superfície, utilizando canetas próprias e tinta eletrônica, ou para controlar (selecionar e arrastar) ou marcar notas ou apontamentos numa imagem gerada por computador e projetada em si por um projetor digital.
Os quadros interativos substituem os quadros negros e os de tinta. Funcionam como um ecrã de computador gigante, ao projetar-se a imagem do computador para o quadro por um projetor externo. O computador pode ser controlado pelo quadro interativo, por sensores que, ativados em diferentes locais, atraem o cursor do rato. Há três tipos diferentes de quadros interativos, com diferentes formas de controlar o computador: electromagnéticos, sensíveis ao toque e infravermelhos.

Funcionamento

O quadro interativo liga-se ao computador por um porto serial USB ou tradicional, ou por Bluetooth. Alguns quadros alimentam-se pelo computador. Geralmente, o acionador de dispositivo do quadro está instalado no computador ao qual se liga, e é executado automaticamente quando o computador é ligado. O quadro fica ativo logo que o acionador é executado.
Um projetor digital pode ser ligado ao computador e focado sobre a superfície do quadro para projetar uma imagem do computador. Na maior parte dos casos, é necessário indicar ao quadro onde é que a imagem projetada está localizada no quadro, bastando para isso tocar numa ou mais localizações da superfície do quadro com a caneta digital. Este processo é chamado de alinhamento ou calibração. Alguns dos novos quadros interativos são capazes de detectar automaticamente onde se encontram as imagens projetadas e, portanto, não necessitam de calibração.
O driver converte o contato com o quadro interativo em cliques do rato ou em tinta digital.
Há diversas marcas de quadro interativo que permitem o toque direto do dedo na superfície. O dedo funciona como o tradicional rato do computador. Não é necessário qualquer caneta ou dispositivo para funcionar com o quadro.
Geralmente esse tipo de tecnologia é utilizado em:

Sala de aula

03

Os quadros interativos são usados em muitas escolas como substitutos dos tradicionais quadros para proporcionar aos alunos meios de mostrar material no computador (software educativo, sites, etc.). Os video- projetores que são usados nos quadros interativos podem também ser ligados a um leitor de vídeo ou a um leitor de DVD, descartando a necessidade de existir uma televisão na sala de aula. O Quadro Interativo também oferece aos alunos a possibilidade de resolver tarefas e problemas de matemática no quadro, a oportunidade de demonstrar o seu conhecimento numa matéria específica, e permite ao professor guardar anotações da lição e do desempenho de cada aluno. Para além disso, os quadros interativos dão aos professores a oportunidade de guardar material didático criado por eles e de mais tarde revelá-lo à turma, para que possa ser utilizado pelos alunos. Isto pode tornar-se bastante benéfico para alunos repetentes que precisam de rever a matéria dada, para alunos que por motivos de saúde não puderam assistir à aula, para alunos estudiosos e para a preparação para testes e exames. Pequenos momentos da aula podem ser gravados para revisão posterior. Nos ficheiros guardados constará a apresentação exata da matéria que ocorreu na sala de aula, incluindo as instruções dadas pelo professor em formato áudio. Tudo isto pode ajudar a transformar a aprendizagem e a cimentar os conhecimentos adquiridos.

Escritório

Os quadros interativos utilizados em escritório servem para uma melhor utilização de apresentações interativas, como as produzidas com programas de apresentação como LibreOffice Impress ou MS PowerPoint, aulas geradas em programas como Cabris, Tabulae ou Interactive Physics, programas de computador CAD, etc.
REFERÊNCIA:

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Estudo aponta cinco características dos bons alunos

Pesquisa desenvolvida pelo pesquisador da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard

Alunos
Por que alunos que frequentam a mesma escola e têm aulas com os mesmos professores obtêm desempenho escolar diferente? Para tentar esclarecer essa questão, o antropólogo James Ito-Adler, presidente do Instituto Cambridge para Estudos Brasileiros e pesquisador da Laspau, organização afiliada à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, entrevistou 24 estudantes do 9º ano do ensino fundamental em três estados brasileiros.
Embora não tenha valor estatístico, a pesquisa, realizada entre março e junho deste ano, foi a fundo na conversa com os estudantes, em entrevistas que duraram horas. O produto do levantamento ajuda a compreender a diferença de performance. Por exemplo: estudantes que possuem boas notas, em geral, sabem lidar melhor com a bagunça dos colegas em sala de aula, "aprenderam a aprender", dominam a internet, planejam o futuro e recebem motivação dos pais.
A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Positivo, organização sem fins lucrativos voltada à promoção da educação, e teve caráter qualitativo. Isso significa que seu resultado não é válido para toda a população brasileira. Mas suas observações trazem insights que podem ajudar pais e educadores.
Para o estudo, os estudantes foram divididos em três grupos, conforme o desempenho obtido em avaliações: baixo, médio e alto. Confira a seguir diferenças apontadas entre alunos de alto e baixo desempenhos:

1- Driblam a bagunça na sala de aula 

De acordo com as estratégias alegadas,as meninas, principalmente, disseram que trocam de lugar e sentam na frente quando o barulho do ‘fundão’ começa a incomodar. Outros alunos procuram o professor após a aula para tirar dúvidas ou complementar a explicação que foi prejudicada por conversas. Há ainda os que buscam auxílio dos colegas ou pesquisam por conta própria para entender o conteúdo da aula. Isso não se verifica entre os demais alunos. Ou eles se integram à bagunça ou ficam reféns dela, não entendem o conteúdo e vão mal nas avaliações."

2- Aprenderam a aprender

É evidente que, ao estudar, todos têm capacidade de aprender. Há um fator, no entanto, que é importantíssimo para o sucesso escolar: aprender a aprender. A maioria dos alunos com bom desempenho gosta de ler livros e publicações variadas, tem prazer em realizar pesquisas e procurar explicações para questões complexas.
Um aluno passa mais tempo fora da escola, em situações informais de aprendizagem, do que em situações formais — diante do professor ou consultando um livro. Por essa razão, os pesquisadores afirmam que é fundamental que os alunos desenvolvam consciência da necessidade de "aprender a aprender" — não apenas na escola, é claro, mas em qualquer situação.

3- Dominam a internet

O estudo indica que alunos com boas notas utilizam a internet para fazer pesquisas, tirar dúvidas com os colegas e também assistir a videoaulas. O mesmo não se pode dizer dos alunos com desempenho inferior à média. Não raro, para eles, a internet é vista como uma chance de escape do mundo real. A pesquisa cita a fala de uma aluna para exemplificar o bom uso da web: 
"Alguns dos estudantes com desempenho ruim são escravizados pela internet: chegam a ficar oito horas por dia em frente ao computador. Para os que têm rendimento melhor, a rede não deixa de ser instrumento de lazer, mas é também ferramenta eficiente de aprendizado." 

4- Planejam o futuro


Outra diferença entre os alunos está na relação que eles estabelecem com o futuro: os de melhor desempenho acadêmico mostram-se mais otimistas que os demais. Além disso, aceitam responsabilidades, acreditando que elas servirão para o seu próprio progresso e criam relações de apoio mútuo com colegas de classe e adultos para o planejamento e realização de seus sonhos.

5- São motivados pela família

Para o aluno se sair bem na escola, ele precisa de motivação. O estudo cita o caso de uma aluna de ótimo desempenho escolar, cujos pais não têm ensino superior e levam uma vida bastante modesta: "De manhã a aluna faz entregas de salgados, ajuda na limpeza da casa e estuda um pouco. No período da tarde, ela vai para a escola. Ela contou: ‘Eu vejo a minha mãe, que se esforça muito, acordar às 4h para fazer as coisas, comprar material, me dar uma vida boa. Meu pai também dá duro. Se eu não me esforçar, o que eles vão pensar?'."
"Um aluno motivado tem mais facilidade para superar fatores negativos que podem comprometer seu rendimento, como questões familiares e financeiras. Percebemos que os melhores estudantes tinham uma espécie de mentor ou alguém em quem se inspirar, mesmo que sem um nível formal alto de escolaridade."
A partir da pesquisa apresentada, percebe-se os artifícios utilizados por esses alunos para obter um rendimento escolar satisfatório, contribuindo também para sua futura formação acadêmica, pois, todo esforço feito é refletido futuramente nas conquistas desses alunos, seja no mercado de trabalho, seja na vida.
Referências:

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Educação a distância: quais benefícios para os colaboradores da empresa?

A Educação a Distância via Internet (EAD) surge como uma das principais soluções para a capacitação de colaboradores nas organizações (SALAS e outros, 2002; ROSENBERG, 2002). O aumento no número de cursos de EAD oferecidos pelas organizações tem obtido aumento por diversas razões: o alto custo da educação tradicional, em entidades particulares conceituadas; a rapidez da mudança nos conteúdos desses cursos; as limitações de horários – não coincidem com horários de trabalho e também dificuldades de deslocamento; a grande importância de uma aprendizagem continuada; as limitações no plano geográfico – impossibilitando o deslocamento de alunos que residem em regiões mais distantes; a evolução das tecnologias de comunicação; entre outros importantes aspectos. 


As empresas, por sua vez, estão adotando e investimento em EAD, assim, geram um diferencial entre a concorrência, sempre buscando a competitividade através da oferta de conhecimento e atualização a seus colaboradores. As empresas,no geral, estão em um universo muito competitivo, sempre enfrentando dificuldades e desafios no seu percurso. A grande meta para elas é sobreviver a tantos bombardeios de concorrência. Para tanto, a tecnologia veio de modo a contribuir para o sucesso dos mais preparados, sendo uma grande aliada para o conhecimento e assim, o potencial crescimento.

O sucesso nas grandes empresas, mede-se pela ações de competitividade promovidas. Assim, empresas de vários segmentos e de grande porte estão adotando como método de sucesso e crescimento a EAD, de forma que oferece treinamentos on-line e capacitação para seus colaboradores. As empresas que optam por esse tipo de capacitação, possuem em mente os principais benefícios: economia de tempo e dinheiro. Nada mais correto para uma empresa que precisa poupar gastos e ainda pensa na qualificação e melhor desenvolvimento de seus colaboradores. Deste modo, a EAD, com os investimentos que estão sendo depositados nela, contribuem para um oportuno diferencial entre a concorrência, buscando maior competitividade e constante aperfeiçoamento.

Abaixo alguns benefícios encontrados pelas empresas com a EAD:
·         Redução de custos, devido a redução de gastos em transporte, hotel e alimentação,
·         Surgimento de uma nova cultura de trabalho via internet, em grupo através de comunidades virtuais ou de forma individual;
·         Possibilidade de criação de treinamentos diferenciados;
·         Flexibilidade de tempo e horários;
·         O programa de e-learning pode ser desenhado com o objetivo de ser um aliado na conquista e manutenção de clientes,
·         O programa de e-learning também pode ser montado com o propósito de educar e informar vendedores, distribuidores e fornecedores;
·         Geração de indicadores através do gerenciamento detalhado e organizado do programa de EAD.

A empresa que pretende ou esteja disposta a oferecer aos seus colaboradores um programa EAD, precisa estar ciente que necessitará alguns aspectos, como: meios tecnológicos - uma boa infra-estrutura (caso seja no próprio local de trabalho); pedagógicos -profissionais habilitados que possam dar suporte aos seus colaboradores; produção de conteúdo multimídia - material apropriado para cada objetivo e gestão do programa de educação à distância.

Sendo assim, a tarefa não é tão simples, exige um bom aparato por parte da empresa, tornando necessário a participação de equipes multidisciplinares e apoio da equipe diretiva da empresa. Para tanto, o maior desafio inicial será os grandes investimentos, às vezes com um custo bem elevado para validar esse novo empreendimento. Assim, para que as empresas obtenham sucesso e não apenas ocupem o tempo de seus colaboradores, é necessário que, tenham bom senso em todos os quesitos, tenham imaginação e sempre inovem em seus meios de aperfeiçoamento. Também é fundamental que a empresa insira o conceito de tecnologia aos seus colaboradores, para que eles tenham estímulo e motivação à participar dessa modalidade de ensino, assim, além de gerar aprendizado profissional a eles, o grande propósito atingido, crescimento na empresa.



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O papel do professor na educação moderna

 A tarefa relevante nesta era de rápida mudança social, intelectual e tecnológica é tornarmo-nos conscientes das bases sobre as quais avançamos; tornar o nosso próprio pensamento educativo tão explícito quanto possível e expandi-lo para um diálogo social mais amplo.
Os professores estão envolvidos num papel central em tudo isto, pois é sobre eles que recai a tarefa de pôr em prática qualquer forma de educação que procuremos desenvolver. Neste ambiente moderno, os professores já não podem ser funcionários cegos; a sua tarefa está a tornar-se crescentemente mais difícil, de muitas maneiras. Quer a teoria quer a bibliografia moderna acerca da educação aumenta continuamente a um ritmo cada vez mais acelerado, pelo que somos agora confrontados com a difícil situação de que quanto mais sabemos acerca do processo educativo mais exigente se torna a tarefa de avaliar as diferentes alternativas. Isto traz consequências sérias. Em primeiro lugar, significa que o estudo da educação como um processo social fundamental se está a transformar numa atividade extremamente sofisticada. E isto significa, por sua vez, que todos aqueles que participam no processo educativo, e particularmente quem é responsável por fornecer liderança — principalmente os professores, no sentido mais lato do termo — tem de alcançar um elevado grau de conscientização e de compreensão das questões em causa.
Neste contexto, torna-se necessário indicar em que consiste este sentido mais lato de professor. Geralmente, pensamos que um professor é uma pessoa que se situa diante de uma turma de alunos, no processo formal, e instrui a partir de uma posição de autoridade intelectual e social. Claro que isto é apenas uma parte do conceito, e nesta época de transformação rápida da sociedade e de gradual extensão e formalização do processo educativo, seria bom que compreendêssemos que há várias maneiras pelas quais uma pessoa pode atuar como professor; isto quer dizer que há muitos modos diferentes em que ocorre o ensino e seu conceito correlato de aprendizagem, desde os deliberados, conscientes e formais até aos não-intencionais e informais. Quando os arquitetos, por exemplo, nos falam das consequências ambientais de determinados edifícios e nos impelem a atuar de determinada maneira estão a atuar como professores. À medida que a nossa sociedade se torna mais complexa e independente, a vocação para ensinar, sejam quais forem as finalidades e os estilos do ensino, tornar-se-á mais importante; e dado que o modelo estrito de instruir em sala de aula é cada vez mais desafiado e suplantado, é importante que tenhamos consciência deste sentido mais amplo e mais substancial do termo.
Enquanto antigamente era viável e até comum que os professores se limitassem a ensinar aos seus alunos aquilo que eles próprios tinham aprendido, e da mesma maneira, com pouca ou nenhuma consciência do quadro de referência teórico geral, hoje esta maneira de proceder é claramente inapropriada. Claro que é possível continuar a ensinar deste modo usual e muito pouco informado, mas, a partir de agora, atuar assim indica uma indiferença consciente e até mesmo propositada; já não é simplesmente possível aos professores continuarem a desconhecer que a prática da sua vocação é guiada por um vasto conjunto de teorias complexas. Pelo contrário, os professores atuais precisam de muito mais do que apenas a aquisição de um conjunto de técnicas e de um corpo de conhecimento relevante.
Precisam de um ponto de vista pessoal acerca da sua função como professores e da razão de ser que subjaz à sua função. os professores de hoje estão obrigados a organizar por si o que é importante na educação e qual o papel que ela deve desempenhar na sociedade.
Tal exercício é também necessário se se pretende que os professores se tornem mais independentes e assumam um maior papel nas decisões de política curricular, métodos de ensino, gestão das instituições escolares, etc. Tanto mais que os professores são cada vez mais invocados pelos estudantes, pais e público em geral a explicar e defender as finalidades principais e os métodos pelos quais educam, e para fazer isto adequadamente precisam de ter pensado profundamente nas suas ideias, crenças e práticas, ancorando-as nas suas premissas filosóficas de base. Isto significa, de fato, que os professores de hoje precisam de desenvolver a sua própria teoria da educação.
REFERÊNCIA: http://criticanarede.com/professor.html
https://www.google.com.br/search?um=1&newwindow=1&hl=pt-BR&biw=1366&bih=677&tbm=isch&sa=1&q=professor+na+educa%C3%A7%C3%A3o+moderna&oq=professor+na+educa%C3%A7%C3%A3o+moderna&gs_l=img.3...119242.125449.0.125911.29.21.0.8.8.1.258.2784.12j1j8.21.0....0...1c.1.23.img..10.19.1673.LLa99f9RLyM#facrc=_&imgdii=_&imgrc=vhYlCQ2ZNBmjnM%3A%3Bbo6S--fl8Uvr2M%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.folhavitoria.com.br%252Fgeral%252Fblogs%252Feducacaoeempreendedorismo%252Ffiles%252F2013%252F02%252Ftecnologia1.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.folhavitoria.com.br%252Fgeral%252Fblogs%252Feducacaoeempreendedorismo%252F2013%252F02%252F26%252Fcomecou-a-aula-ligue-o-celular%252F%3B350%3B309

quinta-feira, 25 de julho de 2013

o uso de IPAD's na sala de aula


Conheça um pouco sobre alguns aplicativos para iOS (iPad e iPhone) e Android, indicados por Adriana Beatriz Gandin, que podem ser utilizados na sala de aula:
Wikipédia: A maior enciclopédia colaborativa on-line conta com aplicativos nativos para os dois sistemas operacionais e traz as mesmas funcionalidades que sua versão web.
Kindle/iBooks: Ambos aplicativos são dedicados ao armazenamento de livros, jornais e outros documentos de texto. “[O iBooks] também permite o armazenamento e organização de textos no formato PDF”, destaca Adriana Gandin. O iBooks é para iOS, e o Kindle é para Android.
Skitch: Em vez de utilizar o quadro negro, por que não ter uma lousa digital na palma de sua mão? O Skitch transforma o seu tablet ou smartphone justamente nisso e ainda permite a captura de imagens da internet, a utilização de mapas e a realização de anotações.
50 línguas: Disponível para ambas as plataformas, esse app traz atividades e arquivos audiovisuais que permitem o ensino de até 50 línguas estrangeiras. O aplicativo corresponde aos níveis A1 e A2 do Quadro Europeu Comum e permite até 1.600 combinações diferentes de línguas.
Twitter, Facebook, Pinterest: Essas três redes sociais contam com aplicativos nativos e gratuitos tanto para iOS como para Android. A interface de cada um é bastante simples e traz praticamente todas as funcionalidades das versões web.
Talking Gina the giraffe, Talking Tom the cat: Aplicativos ideais para as crianças, eles gravam e repetem tudo que é falado perto do aparelho. Indicados por Adriana para trabalhar ritmo com os pequenos.
Aplicativos de jornais e revistas: É possível encontrar vários. São essenciais para o trabalho com fatos do cotidiano e assuntos que possam ser debatidos em sala de aula.
Safari, Android Robot e Google Chrome: São os navegadores de internet mais populares para aparelhos móveis, trazendo as mesmas funcionalidades de suas versões para computador. O único disponível para ambas as plataformas é o Chrome; o Safari é exclusivo para iOS, e o Robot é exclusivo para Android.
Google Drive: Apesar de contar com uma versão mobile, acessada pelos navegadores, o armazenador de documentos do Google também traz uma versão em aplicativo, que permite acessar os arquivos guardados e também criar novos documentos de texto, planilhas, apresentações, etc. “Na minha opinião, é uma excelente ferramenta para realizar pequenas pesquisas de opinião e/ou de conteúdo com alunos e/ou professores”, afirma Adriana.
Toontastic: Aplicativo exclusivo para iPad e dedicado às crianças. O foco do app é na criação e compartilhamento de desenhos e animações. “Permite que as crianças criem as histórias e narrem com sua própria voz”, completa Adriana.
Whiteboard: Disponível para iOS e Android, é um aplicativo voltado para “desenhos colaborativos”, conectando os aparelhos

terça-feira, 23 de julho de 2013



É gente acabou! 
Hoje tivemos a nossa ultima aula da disciplina de Tecnologia da Educação, fizemos nossa avaliação final, orientada pelo professor Fernando, e nos despedimos desse querido professor que nos deixou inúmeros ensinamentos que no futuro farão a diferença na nossa carreira profissional, assim como já fazem hoje.
Gostariamos de agradecer a paciência e a dedicação que o professor Fernando Pimentel depositou na turma, agradecemos também pelo carinho e pela troca de experiência que Ele proporcionou a todos nós e desejamos acima de tudo muito sucesso a Ele que foi tão importante no início dessa nossa Caminhada.
Sentiremos saudades Professor!
Obrigado por tudo!

Esperamos encontrá-lo num futuro próximo...
Ah!  e o Blog conexão pedagógica continuará ativo tá gente!  
atenciosamente...
       Cinthya & Gabriela.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

o que é o bullying virtual?

 É o bullying que ocorre em meios eletrônicos, com mensagens difamatórias ou ameaçadoras circulando por e-mails, sites, blogs, redes socias (orkut, facebook, twitter ...) e celulares. É quase uma extensão do que dizem e fazem na escola, mas com o agravante de que as pessoas envolvidas não estão cara a cara.
    Dessa forma o anonimato pode aumentar a crueldade dos comentários e ameaças, e os efeitos podem ser piores que o bullying. O autor assim como o alvo tem dificuldade de sair de seu papel e também de formar novos valores. 
    Esse tormento que a agressão pela internet causa, faz com que a criança ou o adolescente humilhado não se sinta mais seguro em lugar algum, em momento algum. Marcelo Coutinho, especialista no tema e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que esses estudantes não percebem as armadilhas dos relacionamentos digitais. "Para eles, é tudo real, como se fosse do jeito tradicional, tanto para fazer amigos como para comprar, aprender ou combinar um passeio."

Leia mais: http://stop-bullying.webnode.com.br/o-que-e-bullying-virtual-ou-cyberbullying




REFERÊNCIAS: http://stop-bullying.webnode.com.br/o-que-e-bullying-virtual-ou-cyberbullying-/  
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-cyberbullying-610531.shtml


sexta-feira, 12 de julho de 2013

A influência da tecnologia na educação das novas gerações


A rotina das crianças e dos adolescentes mudou muito nos dias atuais. O número de internautas entre 6 e 14 anos cresce a cada dia e esse público já constitui 12% da população online do Brasil, segundo pesquisa da com Score.                                                                                                                    
É uma geração que domina as tecnologias, aprende a se comunicar online desde pequenas e tem acesso a diferentes meios de informação. Utilizam recursos da informática e vivenciam experiências fantásticas.                                                                                                                   
Para ilustrar, apresento uma situação relatada por amigos que merece atenção. Um pai verificou que o filho de 6 anos estava jogando no computador. Ao ser questionado de como conseguiu chegar nesse jogo a criança explicou que acessou o site do Google e digitou a silaba “jo”. Ele abriu uma página de jogos e escolheu aquele que mais lhe interessou.
 Fica uma pergunta no ar para sua reflexão: “O que representa a ferramenta do Google no processo de aprendizagem?”  Está claro que a tecnologia vem influenciando o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Já há pesquisas mostrando que os estudantes estão lendo mais, ampliando o conhecimento de mundo e relacionando dados com o uso da internet. Os usos da tecnologia permitem a criação de redes sociais, interações, entretenimento e ainda viabilizam recursos para estudo. Habilidades estão sendo construídas!                                                                                                                  
Entretanto, é indiscutível a polêmica que existe acerca dos problemas que resultam desse processo tecnológico. Não é novidade que o número de crianças e adolescentes obesos e sedentários aumentou, assim como a interação em salas de bate papo, MSN , Orkut e Twitter diminuiu o contato físico dessa Geração Z.                                                                                                       
Surge agora um novo questionamento quanto a cultura da fragmentação da internet, que deteriora a aprendizagem, pois ninguém mais lê textos longos e nem assiste vídeos longos. Nicholas Carr, especialista no assunto, acredita que esse mundo do “ponto com, ponto br”, de buscas rápidas, faz com que a pessoa não se aprofunde em nada, devido ao excesso de informações em tela e que essa superficialidade toda nos “emburrece”, ou seja, prejudica a aprendizagem.
Ainda não é possível chegar a uma conclusão quanto aos limites e possibilidades dos recursos oferecidos pela Web 2.0: auxiliam ou atrapalham no aprendizado? O interessante é refletir sobre o momento histórico importante que vivemos, com a necessidade de integração eficiente das áreas de educação e tecnologia. Deste modo, torna-se objetivo dos educadores aprender a utilizar esses recursos de forma inteligente no processo de ensino dessas crianças e adolescentes do século XXI.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Hoje a aula foi destinada ás apresentações dos projetos de TIC na educação !!!
Todos os grupos apresentaram, exceto um em que houve um problema técnico no audio.  Os demais apresentaram seus respectivos projetos de formas bem diferentes, e que na avaliação do professor Fernando ainda houve falhas, alguns fugiram do tema proposto, outros pecaram em mínimos detalhes, mas, esses detalhes fizeram a diferença na hora da apresentação.
No geral, acredito que para todos foi uma experiência bastante interessante e que servirá de aprendizado para as próximas atividades desenvolvidas na disciplina.
Após todas as apresentações, nos foi dada outra atividade, para ser realizada no laborátório do CEDU, também em grupo, em que um grupo ficou responsável por montar um slide com o roteiro de uma excursão para Portugal, os outros grupos teriam que fazer um Webquest, seguindo as instruções colocadas pelo professor no Dropbox.

 Mas... o que é um webquest??

É uma metodologia de pesquisa na internet voltada para o processo educacional, estimulando a pesquisa e o pensamento crítico.

  É isso pessoal!    
Até a próxima!!

sábado, 6 de julho de 2013

Redes sociais e educação

     Já pensou em "tuitar" para o seu ídolo? E que tal "tuitar" sobre seu erro gramatical? Por serem os famosos de grande influência na vida dos jovens e servirem de modelo para eles, uma escola de língua estrangeira surgiu com a iniciativa dos alunos corrigirem os erros gramaticais encontrados em tuítes de artistas, entre os escolhidos são alguns deles: Daniel Radcliffe,  Lady Gaga, Paris Hilton, Charlie Sheen, entre outros. Além de mandar um recado para seus ídolos, os estudantes acabam por exercitar sua gramática.
     Essa é uma ótima maneira de incorporar as redes sociais na educação, mostrando que podem gerar bons resultados caso sejam controladas.



     Leia a matéria completa AQUI
Fonte: http://porvir.org/porfazer/criancas-corrigem-celebridades-para-aprender-ingles/20130704

segunda-feira, 1 de julho de 2013

resumo da aula de TIC 01/07

Olá gente!

Na aula de hoje, o professor Fernando nos deu uma melhor orientação sobre a formulação do trabalho de TIC, pois ainda restavam muitas dúvidas quanto a produção do mesmo,além disso, também nos foi dado o prazo de uma semana para apresentá-los.
 Após isso, introduzimos o assunto dos blogs na educação,e  debatemos como e o quanto ele pode influênciar no processo de aprendizagem.

Primeiramente precisamos entender, o que é um blog?
 Blog é uma abreviação de weblog, (WEB= teia + LOG= diário de bordo) qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um blog, seria então um diário virtual.

Qual a função de um blog?
Promover uma exposição de assuntos específicos, serve também como um espaço para que as pessoas exponham suas opiniões e seus entendimentos dos conteúdos apresentados.

Mas afinal qual é o papel dos blogs na educação?
Bom, pelo o que foi discutido o maior objetivo dos blogs seriam registrar os conhecimentos adquiridos pela turma durante o processo de estudo, seria uma forma de socializar esse conteúdo assimilado.

 Características do blog na educação:

#Linguagem
#Compromisso
#Criação de rede de aprendizagem
#Motivação
#Colaboração
#Interação
#Precisa ser atualizado

Outro assunto interessante que trabalhamos foi a web 3.0 a qual já está sendo pensada . Enquanto
 a web 1.0 funcionava como uma vitrine,  a web 2.0 tem uma função mais interativa, de partilha de informações.

E qual é a característica da web 3.0 ? 


A Web semântica permitirá que as pessoas e computadores trabalhem em cooperação na
exploração do conhecimento, uma vez que pressupõe a atribuição de significado aos 
conteúdos publicados na Internet e o desenvolvimento de tecnologias e linguagens que
colocam esse significado ao alcance das máquinas. Ao mesmo tempo, o estabelecimento
de significados e de linguagens compatíveis garante ambientes de maior
interoperabilidade entre serviços.

Ou seja, o movimento da Web 3.0 pode consolidar como principais características:

  • * Transparência;

  • * Autenticidade;

  • * Navegabilidade;

  • * Velocidade da Informação

  • * inovação;


Referências: 

http://www.cin.ufpe.br/~hsp/Microsoft-web.pdf
http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/1775/web-30-o-que-ha-de-novo.aspx



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Nós.vc

     Já pensou em uma escola sem muros? Onde os professores gostam das mesmas coisas que você? Essa é a ideia que o Nós.vc teve, compartilhar seus conhecimentos com várias pessoas através de encontros. São estratégias de Marketing, dicas de culinária, arte, empreendedorismo e muito mais! Que tal entrar nessa? Compartilhe seus conhecimentos em encontros pagos ou gratuitos, o site dá o maior suporte.
     Vale muito a pena entrar no site e conhecer um pouco mais sobre essa iniciativa, detalhes sobre os encontros já existentes e como criar o seu próprio encontro, além de ver o vídeo da página inicial, onde com toda a certeza você ficará tão entusiasmado quanto nós!

Entre no sitehttp://nos.vc/pt

Fonte: http://pontoeletronico.me/2012/06/01/nos-vc-um-catarse-so-para-ensino/

sábado, 22 de junho de 2013

A teoria do construcionismo e a tecnologia na educação

O construcionismo é uma teoria proposta pelo cientista Seymour Papert, e diz respeito à construção do conhecimento baseada na realização de uma ação concreta que resulta em um produto palpável, desenvolvido com o concurso do computador, que seja de interesse de quem o produz.
A esse termo frequentemente se associa o adjetivo contextualizado, na perspectiva de destacar que tal produto - seja um texto, uma imagem, um mapa conceitual, uma apresentação em slides - deve ter vínculo com a realidade da pessoa ou com o local onde será produzido e utilizado.
O construcionismo implica numa interação aprendiz-objeto, mediada por uma linguagem de programação, como é o caso do Logo.


O construcionismo  tem como base o construtivismo e, portanto vê o aluno como construtores de suas estruturas intelectuais. No entanto, o construcionismo inclue a necessidade de construção de um artefato externo.
A seguir, algumas relações que podem ser estabelecidas a partir das bases construcionistas:
Conceito de aprender – construir relações.
Como se aprende – levantamento de hipóteses, teste, re-elaboração das hipóteses, novo teste... processo recursivo.
Papel do aprendiz – agente, construtor, aquele que levanta hipóteses, testa e cria.
Ensinar – facilitar, através da criação de um ambiente cuja tônica seja a proposição de desafios, desequilíbrios e questionamentos que ponham em cheque as hipóteses do aluno, ajudando-o na sistematização dos resultados.
Papel do formador – provocar o aluno a pensar sobre o objeto de estudo, indagar o aluno sobre o que está ocorrendo e o que ele pensa que vai ocorrer; propor diante de situações novas comparações com situações conhecidas; estabelecer com o aluno, uma relação de companheirismo e cordialidade.
Conceito de erro – resultado inesperado. Algo para ser estudado e para se refletir sobre.
Avaliação – acompanhamento do desempenho do aprendiz, do seu raciocínio cognitivo, estratégias que utiliza para que seja encaminhado ao próximo passo.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Resumo da aula do dia 17/06

olá, boa noite gente!
  A aula dessa segunda-feira foi destinada ao início da conclusão do nosso projeto de TIC, onde utilizaremos os recursos do LIFE para nos auxiliar nessa tarefa.  
 O objetivo desse projeto, é que o grupo produza uma aula baseada nos conteúdos analisados durante a nossa pesquisa de campo, estando eles contidos nas primeiras séries do ensino fundamental, apresentando-a de forma criativa e interessante para quem irá assisti-la. 
O recurso a ser utilizado pelo nosso grupo será o vídeo, mas, também foram sorteados o áudio e a mídia impressa.  
Todas essas experiências estão sendo muito válidas  para nós, pois, estamos sendo estimuladas  a desenvolver competências que nem mesmo imaginávamos que seríamos capazes, e assim que o nosso projeto estiver cocluido, publicaremos pra vocês comentarem o que acharam !
beijos, até a próxima!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

As redes sociais na Educação: a realidade mudou, e agora?



As redes sociais da Internet estão cada vez mais presentes no dia-a-dia de alunos, professores e das pessoas em geral. No entanto, essas ferramentas ainda são muito pouco exploradas em sala de aula. Muitas vezes o acesso a esse tipo de recurso é vetado nas escolas, em função do “medo” de que o aluno se interesse por assuntos que não estejam diretamente ligados ao conteúdo pedagógico.
Para Vanessa Bohn, pesquisadora da UFMG, sobre o uso de recursos da web 2.0, essa preocupação das escolas não procede. “Atualmente é quase impossível não associarmos tecnologia à Educação. Nossos filhos pertencem à geração Web ou WWW, já nasceram contextualizados com a Internet, download, celular, aparelhos de MP3, vídeo-games, entre outros recursos tecnológicos, o que chamamos de nativos digitais. Dessa forma fica mais fácil para os professores utilizarem essas novas tecnologias na Educação”.
A pesquisadora acrescenta que um dos maiores obstáculos para a utilização de novas tecnologias na Educação está justamente na resistência dos professores. “Sabemos que tem professor que não se adapta quando o assunto é tecnologia. Mas isso, a meu ver, tem mudado graças aos fóruns de discussão, blogs e congressos sobre o uso dasTecnologias da Informação e da Comunicação na Educação”.
Essas novas tecnologias devem funcionar como “catalisadores da reinvenção da escola”. É claro que elas não são a tábua de salvação da Educação, mas também não devem ser evitadas a todo custo pelos educadores. Numa sociedade em que tudo muda muito rápido, todos os profissionais, e não seria diferente para os professores, devem ficar atentos à sua própria formação para sondar as novas tecnologias, filtrar as ferramentas que não acrescentam mudanças positivas nas práticas educativas e se apropriar daquelas que podem catalisar uma nova escola, adequada à Era da Informação e do Conhecimento.
Sobre a utilização das redes sociais pelos professores, Vanessa Bohn destaca que elas podem favorecer o ensino e ampliar o que é aprendido em sala de aula. Dentro das redes sociais a palavra chave é colaboração. Dessa forma, professores e alunos assumem o papel de colaboradores para a troca de conhecimento.
Um aspecto positivo é a participação ativa dos alunos na construção de sua própria aprendizagem e colaborando com os seus pares. O uso das redes sociais pode ser feito na própria escola, caso exista um laboratório de informática, nas lan houses ou na casa dos alunos. Ao pensar em trabalhar redes sociais na escola e ter de escolher entre o Orkut e a rede Ning, uma sugestão é escolher a Ning pelo fato dela ter mais características de um ambiente virtual de aprendizagem com mais recursos de interação.
Uma verdade é que não existe uma fórmula pronta para se trabalhar o conceito de redes sociais em sala de aula. Nem mesmo de como utiliza-las como ambientes virtuais de aprendizagem, muito depende do desafio e da criatividade do formador, cabe aos professores explorarem essas potencialidades com criatividade, procurando entender como seus alunos utilizam essas ferramentas e, a partir desse uso, inserir-se no processo e propor atividades que também estejam inseridas. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Aprenda matemática com o "Calcule mais"

 
     Inspiradas pela matéria do Professor Fernando sobre as vídeo-aulas produzidas por Salman Khan (clique aqui para saber mais), acabamos por ir em busca de mais iniciativas como essa.
     Através do facebook achamos o Calcule mais, uma iniciativa de Valdenir Vioti, estudante de engenharia e matemática, Inspirado pelo próprio Salman Khan, descobriu nas vídeo-aulas uma oportunidade de levar a matemática a "(...)pessoas que gostariam de estudar, prestar concursos, vestibulares e Enem, mas não podem pagar ou não possuem tempo". Hoje o site Calcule mais já conta com mais de 600 videoaulas gratuitas, além de exercícios e dicas.

*Para conhecer o trabalho acesse o site: http://calculemais.com.br/

*Acesse também o facebook que sempre mostra novidades e curiosidades sobre a áreahttps://www.facebook.com/CalculeMais

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Avaliação de TIC

  Boa noite gente!!!!
Hoje realizamos a primeira avaliação da disciplina de TIC, que foi constituida de apenas uma questão, a qual formamos duplas e nos foi proposto fazer um mapa conceitual, envolvendo todos os conteúdos abordados ao longo das aulas. 
Infelizmente o professor Fernando Pimentel não pôde comparecer, pois estava em viagem, mas, nos deixou aos cuidados de seus monitores.
 Bom, consideramos que fizemos uma boa avaliação, e esperamos que o resultado seja significativo, afinal estudamos bastante.     
      Beijos, até a próxima!!!